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LITERATURA / Memórias da infância em que eu morri

     Olá meus amores !

   Hoje venho trazer o POST sobre uma obra que tive a satisfação de ter conhecido, que me levou a nostalgia, nos tempos de catecismo, que participava de grupos de oração no catolicismo e entre outros rituais adotados para nós tirar do tédio e também do caminho errado que a sociedade nos oferece.

   Pra falar a verdade pra vocês, enquanto eu lia, vinha varias
varias perguntas no meu consciente. "será que o autor passou por isso ?", "Será que ele sofreu isso tudo, e ainda teve força para escrever ?". E ao entrar no Instagram dele vejo um vídeo que ele gravou explicando oque é real e o que onírico.

   Vamos deixar de enrolar, fiquem a vontade. Podem comentar e ir visitar o perfil do autor que é: @hugo.pascottini.pernet



   E de  repente, uma criança, de olhos azuis e cabelos loiros cacheados, que sempre foi hiperativo, levando e trazendo estímulo para os professores, para os pais, e que ao mesmo tempo, era simbolo de sabedoria para os colegas, tendo que aturar alguns momentos como: ter sorteio na sala para vê quem ia sentar atrás de sua cadeira no dia de prova.

 De família católica apostólica romana, como devota Nossa senhora de Fátima, que segue os princípios da religião e sempre está reunidos em oração no lar, mostrando o valor da fé.

 Após está na casa nova, um acontecimento surge, na beira da piscina quando brincava com seu irmão ele tropeça, escorrega e bate com a parte esquerda próximo as costelas na borda.

 Com alguns dias tudo mudo, aparece algo semelhante a um caroço no local da lesão, e Hugo se se ver entre idas e vindas para o hospital, começa a perceber detalhes de sua vida, e percebe o distanciamento de sua mãe.

  E logo lembra de todo momento que viveu, e se aventurou, com o irmão quando iam jogar bola, com os pais indo ao shopping, com os amigos da escola e entre outros momentos.

 O tempo passa, Hugo vai se sentindo fraco, ao avançar o processo de tirar e Botar agulha em suas veias para fortalecer seus órgãos e contra atacar as células que não obedecem ao comando de reprodução.

"DE QUE SERVE FAZER DEZ ANOS SE NÃO PODE BRINCAR, CORRER, PULAR, CHUTAR?"

   Ele é levado para junto de seu avô, d enfermeira que cuida dele, e conhece uma menina que tira a curiosidade dele sobre sua doença.

 Hugo sente falta da mãe, mais porque durante todo esse processo ela some ? Fica apenas dentro do quarto e não mais aparece?

"NÃO SEI COMO UMA MAÇÃ SE TRANSFORMA NUMA PERA."

  Logo logo, Hugo irá descobrir o porque do afastamento da mãe e o porque ele deve manter sua fé sempre raciocinada, gerando bons pensamentos e confiando no resultado positivo sempre.

"OS ADULTOS SÃO MUITO ESTRANHOS: ACREDITAM NO QUE INVENTAM. PIOR, INVENTAM QUALQUER COISA EM QUE ACREDITAR."

BIOGRAFIA DO AUTOR:



    Hugo Pascottini Pernet nasceu no Rio de Janeiro em 1990. formado em jornalismo pela PUC-Rio. Já participou de diversas coletâneas de contos, entre elas, Contágios, organizada pelo escritor e crítico literário José Castello. Integra o grupo literário “Os Quinze”. Memórias da infância em que eu morri é seu livro de estreia.


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